
Uma das coisas mais preocupantes para quem ainda está aguardando a entrevista é o tal “Projeto de Imigração”. Para falar a verdade, na nossa preparação para entrevista, estávamos com tantas atividades paralelas na vida “normal” que só nos demos conta da real necessidade de preparação desse Projeto muito perto da entrevista, de fato, às vésperas, quando fomos vendo os relatos de entrevistas anteriores e o tempo que as pessoas dedicavam à preparação desse material.
Bom, já tínhamos perdido tempo, agora era correr atrás do prejuízo. Benditos blogs que nos abençoaram com a descrição mais detalhada dos seus Projetos, e fomos atrás de ver itens, conteúdos, conversar mais sobre os planos A, B, C (sim, o M. Le Blanc pergunta...) e o mais importante de tudo, as pesquisas de emprego, pra mostrar que tem vagas na sua área, que você está por dentro do mercado, e que se for o caso está disposto a assumir cargos inferiores. Pelo que percebemos, isso foi umas das coisas que deixou o M. Le Blanc mais animado, ver que tinha bastante vagas (mostrar as vagas impressas, pelo menos umas dez...rs) e que queríamos trabalhar pra ficar.
O nosso projetinho ficou bonitinho, colocamos itens diversos organizados por assuntos em saquinhos numa pasta fichário (organização sempre ajuda), com as pesquisa impressas que havíamos obtido. Como já tínhamos visto em alguns blogs, há entrevistadores que pedem, e outros não, mas é bom prevenir. Apesar de o M. Le Blanc não ter pedido a pasta pra olhar (exceto a parte de empregos), acabou abordando muitos itens durante a entrevista, e o fato de termos preparado o projeto nos ajudou muito. Seguem os itens que colocamos no nosso Projeto de Imigração, com os comentários que surgiram durante a entrevista:
· O Canadá - ele perguntou por que o Canadá - estávamos com as pesquisas na ponta da língua;
· O Québec - ele perguntou o que conhecíamos sobre o Québec, - também estava na mão;
· A escolha de cidades – falou sobre Montréal, cidade onde ele mora, e achou interessante as outras possíveis escolhas (Ville, Gatineau, Sheerbrooke), mas não comentou muito mais coisas;
· Os empregos – essa pesquisa foi essencial, ele se interessou muito, deu dicas, e disse o que era ou não viável. Para o Jean, que tinha francês “zéro” (mas já estava fazendo o curso) foi ótimo ter isto para compensar, e nesse momento conversou com ele em inglês sobre as possibilidades de emprego em Montréal que ele havia pesquisado; (ver diversos sites de emprego aqui)
· O aprendizado da língua – falou para irmos o mais preparado possível, nem que isso custasse adiar a viagem, porque assim a adaptação seria mais rápida (não incentivou o fato de gastar os primeiros meses lá só para aprender a língua - claro que não querem que ninguém fique por conta);
· O orçamento – ele deu uma olhada, e falou que o importante é entrar dinheiro, que as saídas são muitas, portanto, precisaríamos trabalhar o mais rápido possível – pra ninguém ficar dependendo do governo, claro;
· Uma viagem de reconhecimento ao Canadá antes de imigrar - isso ele descartou na hora, por ser muito dispendiosa, disse para guardar o máximo de dinheiro possível que será necessário, e falou para juntarmos para “comprar a casa lá”;
· E equivalência de diplomas – ficou satisfeito quando disse que já tinha entrado em contato com a ordem (mostrei o e-mail) e incentivou a já pedir a equivalência de diplomas via Ministério de Imigração (as opiniões divergem).
· Planos A, B, C... – sobre isso, não colocamos no papel especificamente, mas basicamente deixamos claro que sabíamos que as coisas não eram “fáceis”, que ocupar um cargo na mesma área e posição (Plano A) podia não acontecer de imediato (só pela graça), que estaríamos dispostos a ocupar cargos “técnicos” (Plano B), ou trabalhar em outras áreas (Plano C), mas que pelas nossas muitas mudanças éramos adaptáveis e que nosso interesse era ir para ficar.
Bom, claro que isso é um resumo de quase 1h de entrevista, em completo francês (teve inglês também, mas nada de português, claro), mostrando documentação (levamos comprovantes de tudo que foi pedido, exceto de que era registrada no CREA, que me esqueci completamente, e os dos cursos de inglês, porque haviam perdido nossa ficha de aluno), e no meu caso, que era aplicante principal por causa do francês, fui respondendo ao que me era perguntado ou pedido, nada de “se amostrar” (em bom “cearencês”= "tentar aparecer"), para não dar bola fora nem falar besteira.
Deixando claro que essa foi a nossa experiência com o Projeto de Imigração na Entrevista. É essencial ver outras experiências, outros conteúdos de Projetos (com certeza com outro focos e detalhes) e outros relatos de entrevistas para pegar o melhor de cada coisa. Se ajudar, no forumacampinascanada (e-groups do Yahoo) estou colocando alguns arquivos sobre esse tema para ajudar alguns amigos e podem ser úteis para quem quiser saber mais. Mais um pouquinho da nossa experiência com a entrevista está aqui e da nossa experiência toda desde o começou até agora aqui.
Bonne chance et à bientôt!
Bom, já tínhamos perdido tempo, agora era correr atrás do prejuízo. Benditos blogs que nos abençoaram com a descrição mais detalhada dos seus Projetos, e fomos atrás de ver itens, conteúdos, conversar mais sobre os planos A, B, C (sim, o M. Le Blanc pergunta...) e o mais importante de tudo, as pesquisas de emprego, pra mostrar que tem vagas na sua área, que você está por dentro do mercado, e que se for o caso está disposto a assumir cargos inferiores. Pelo que percebemos, isso foi umas das coisas que deixou o M. Le Blanc mais animado, ver que tinha bastante vagas (mostrar as vagas impressas, pelo menos umas dez...rs) e que queríamos trabalhar pra ficar.
O nosso projetinho ficou bonitinho, colocamos itens diversos organizados por assuntos em saquinhos numa pasta fichário (organização sempre ajuda), com as pesquisa impressas que havíamos obtido. Como já tínhamos visto em alguns blogs, há entrevistadores que pedem, e outros não, mas é bom prevenir. Apesar de o M. Le Blanc não ter pedido a pasta pra olhar (exceto a parte de empregos), acabou abordando muitos itens durante a entrevista, e o fato de termos preparado o projeto nos ajudou muito. Seguem os itens que colocamos no nosso Projeto de Imigração, com os comentários que surgiram durante a entrevista:
· O Canadá - ele perguntou por que o Canadá - estávamos com as pesquisas na ponta da língua;
· O Québec - ele perguntou o que conhecíamos sobre o Québec, - também estava na mão;
· A escolha de cidades – falou sobre Montréal, cidade onde ele mora, e achou interessante as outras possíveis escolhas (Ville, Gatineau, Sheerbrooke), mas não comentou muito mais coisas;
· Os empregos – essa pesquisa foi essencial, ele se interessou muito, deu dicas, e disse o que era ou não viável. Para o Jean, que tinha francês “zéro” (mas já estava fazendo o curso) foi ótimo ter isto para compensar, e nesse momento conversou com ele em inglês sobre as possibilidades de emprego em Montréal que ele havia pesquisado; (ver diversos sites de emprego aqui)
· O aprendizado da língua – falou para irmos o mais preparado possível, nem que isso custasse adiar a viagem, porque assim a adaptação seria mais rápida (não incentivou o fato de gastar os primeiros meses lá só para aprender a língua - claro que não querem que ninguém fique por conta);
· O orçamento – ele deu uma olhada, e falou que o importante é entrar dinheiro, que as saídas são muitas, portanto, precisaríamos trabalhar o mais rápido possível – pra ninguém ficar dependendo do governo, claro;
· Uma viagem de reconhecimento ao Canadá antes de imigrar - isso ele descartou na hora, por ser muito dispendiosa, disse para guardar o máximo de dinheiro possível que será necessário, e falou para juntarmos para “comprar a casa lá”;
· E equivalência de diplomas – ficou satisfeito quando disse que já tinha entrado em contato com a ordem (mostrei o e-mail) e incentivou a já pedir a equivalência de diplomas via Ministério de Imigração (as opiniões divergem).
· Planos A, B, C... – sobre isso, não colocamos no papel especificamente, mas basicamente deixamos claro que sabíamos que as coisas não eram “fáceis”, que ocupar um cargo na mesma área e posição (Plano A) podia não acontecer de imediato (só pela graça), que estaríamos dispostos a ocupar cargos “técnicos” (Plano B), ou trabalhar em outras áreas (Plano C), mas que pelas nossas muitas mudanças éramos adaptáveis e que nosso interesse era ir para ficar.
Bom, claro que isso é um resumo de quase 1h de entrevista, em completo francês (teve inglês também, mas nada de português, claro), mostrando documentação (levamos comprovantes de tudo que foi pedido, exceto de que era registrada no CREA, que me esqueci completamente, e os dos cursos de inglês, porque haviam perdido nossa ficha de aluno), e no meu caso, que era aplicante principal por causa do francês, fui respondendo ao que me era perguntado ou pedido, nada de “se amostrar” (em bom “cearencês”= "tentar aparecer"), para não dar bola fora nem falar besteira.
Deixando claro que essa foi a nossa experiência com o Projeto de Imigração na Entrevista. É essencial ver outras experiências, outros conteúdos de Projetos (com certeza com outro focos e detalhes) e outros relatos de entrevistas para pegar o melhor de cada coisa. Se ajudar, no forumacampinascanada (e-groups do Yahoo) estou colocando alguns arquivos sobre esse tema para ajudar alguns amigos e podem ser úteis para quem quiser saber mais. Mais um pouquinho da nossa experiência com a entrevista está aqui e da nossa experiência toda desde o começou até agora aqui.
Bonne chance et à bientôt!
Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito.Provérbios 15:22
Muito obrigada pela ajuda, Tissy!
ResponderExcluirEstamos nos preparando, mas ainda não estou me dedicando muito, pois minha qualificação do mestrado será no mês de maio, e isso tem tomado meu tempo. Mas iniciaremos nossas aulas particulares para a entrevista nessa semana, e isso vai nos ajudar mto também.
Fico um pouco ansiosa, mas é pq ainda não me sinto preparada.. é só questão de tempo...
Mais uma vez, merci beaucoup!!!
Puxa, muuuuuuuito obrigada pelas dicas, serão valiosas para nossas vidas.
ResponderExcluirDeus abençoe vcs!
Oi Tissy
ResponderExcluirentao... estamos firmes aqui nas reunioes! Deus tem sido fiel conosco mesmo! Tem cuidado de nos em todo tempo! Louvado seja o nome do Senhor!
no brasil...nao sei se cheguei a falar antes...mas nos nao nos reuniamos em denominacao, nos tnhamos um grupo de mais ou menos mil irmaos em Vitoria, e nos alugavamos uma quadra todo sabado pra ter reunioes, pq nos cremos que nos somos a Igreja e por isso faziamos assim... temos 7 pastores la..e dividomos pra reunioes caseiras, discipulados,...eh mt joia o grupo..e aqui estamos fazendo assim tb...ta comecando, sao apenas 5 casais ...mas aos poucos, Deus vai fazendo a obra! um bjao!!
Grandes dicas pra ajudar a galera.
ResponderExcluirE a vida segue...
Oi Tissy,
ResponderExcluirEstou no Ontario ha alguns anos e achei a sua narrativa muito boa na parte que toca sobre os comentarios do M. Le Blanc.
Apesar de eu ter vido pelo processo federal, acho que ele foi assertivo em diversos aspectos e ate mesmo gostaria de ter tido a oportunidade de ter podido ouvir isso tudo antes de vir.
Contudo, discordo dele ao dizer que uma viagem de reconhecimento e' muito dispensiosa e por isso deve ser evitada. Eu devo dizer que quando vim nao realizei a viagem por concordar com esse argumento, mas hoje estando por aqui acredito que a adaptacao teria sido mais facil caso tivesse "dispendido" um dinheiro na viagem de reconhecimento - mesmo que tivesse vindo apenas eu ou minha esposa. Eu acho que vale muito a pena voces avaliarem essa hipotese.
Que Deus os abencoe nos seus planos e boa sorte no seu processo!